
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Ursos
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
TULIPAS
FLORES Q ENFEITAM A VIDA
As tulipas são originárias da Turquia e não dos Países Baixos, como o senso comum leva a imaginar. Foram levadas para os Países Baixos em 1560 pelo botânico Conrad Von Gesner. O nome da flor foi inspirado na palavra turco-otomana tülbend, posteriormente afrancesada para tulipe, que originalmente significa turbante, considerando a forma da flor invertida. Algumas referências defendem que as tulipas seriam originárias da China, de onde teriam sido levadas para as montanhas do Cáucaso e para a Pérsia.
Chinesas ou turcas, o fato é que elas se transformaram numa paixão para os neerlandeses e essa paixão foi tanta que gerou até uma especulação financeira envolvendo os bulbos desta planta, chegando a ser a quarta maior fonte de renda do país, na que ficou conhecido como mania das tulipas (ou tulipamania). A área mais antiga de cultivo de tulipas nesse país é a que circunda a cidade de Lisse. Hoje, é a flor nacional da Turquia (é nativa lá) e do Irã.
Significado das Tulipas
O significado principal da tulipa é o amor perfeito, as tulipas sempre dão um sentido de charme e elegância para qualquer ambiente.
As tulipas vermelhas são fortemente ligadas ao amor verdadeiro, enquanto a tulipa roxa simboliza quietude e paz, quando as tulipas amarelas uma vez representam o amor impossível ou a luz do sol generoso.
As tulipas brancas são vistas para reivindicar os valores ou emitir uma mensagem de perdão.


As tulipas são originárias da Turquia e não dos Países Baixos, como o senso comum leva a imaginar. Foram levadas para os Países Baixos em 1560 pelo botânico Conrad Von Gesner. O nome da flor foi inspirado na palavra turco-otomana tülbend, posteriormente afrancesada para tulipe, que originalmente significa turbante, considerando a forma da flor invertida. Algumas referências defendem que as tulipas seriam originárias da China, de onde teriam sido levadas para as montanhas do Cáucaso e para a Pérsia.
Chinesas ou turcas, o fato é que elas se transformaram numa paixão para os neerlandeses e essa paixão foi tanta que gerou até uma especulação financeira envolvendo os bulbos desta planta, chegando a ser a quarta maior fonte de renda do país, na que ficou conhecido como mania das tulipas (ou tulipamania). A área mais antiga de cultivo de tulipas nesse país é a que circunda a cidade de Lisse. Hoje, é a flor nacional da Turquia (é nativa lá) e do Irã.
Significado das Tulipas
O significado principal da tulipa é o amor perfeito, as tulipas sempre dão um sentido de charme e elegância para qualquer ambiente.
As tulipas vermelhas são fortemente ligadas ao amor verdadeiro, enquanto a tulipa roxa simboliza quietude e paz, quando as tulipas amarelas uma vez representam o amor impossível ou a luz do sol generoso.
As tulipas brancas são vistas para reivindicar os valores ou emitir uma mensagem de perdão.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
CERIMONIA DO CHÁ
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A prática de tomar chá verde em pó aportou no Japão com os monges zen-budistas que chegavam da China, no século XII. Com o tempo, seu uso difundiu se entre os samurais, chegando até às comunidades rurais. Tornaram-se comuns os “Cha-yoriai” (reuniões de chá), em que se promoviam concursos de provadores de chá com ostensivas exibições de riquezas e apostas vultosas. Foi somente no final do século XV que o monge zen-budista Murata Shuko (1422/1502) passou a incentivar a prática da cerimônia de chá em salas pequenas, com pouco utensílios, muitos de procedência doméstica. E coube a outro monge, Sen Rikyu (1522/1591), dar a estrutura definitiva para a cerimônia do chá, no final do século XVI (período Momoyama, o mais faustoso da história japonesa). Ligado à filosofia zen, Rikyu prega o espírito wabi (desprendimento, simplicidade, eliminação do supérfluo) para a cerimônia de chá que, ao longo dos anos, também se tornará a essência da arte japonesa. Segundo Rikyu, os princípios básicos do Caminho do Chá são: Harmonia (Wa), Respeito (Kei), Pureza (Sei) e Tranquilidade (Jaku). Cabe ao “Chajin” (homem de chá) criar um ambiente, através do rígido ritual e total participação, onde esses princípios sejam sentidos e vividos intensamente por todos, por um momento único e irrepetível.
Os princípios
A Harmonia resulta da interação do anfitrião, do convidado, da comida servida, dos utensílios usados e da natureza. Antes do chá, será oferecido doce ou uma leve refeição ao convidado cujos pratos estarão de acordo com a estação do ano. O segundo princípio, o Respeito, refere-se à sinceridade do coração, aberto para um relacionamento com o ser humano e a natureza, reconhecendo a dignidade inata de cada um. A Pureza, segundo os ensinamentos de Rikyu, relaciona-se ao simples ato de limpar. Os preparativos, o próprio serviço do chá e a limpeza após a cerimônia estão colocando em ordem, também, o seu próprio íntimo. E, esta ordem é essencial. Finalmente, a Tranquilidade é o conceito estético próprio do chá, alcançado através da prática constante em nosso cotidiano desses três primeiros princípios básicos. Segundo Rikyu, o ponto essencial do Caminho do Chá é que seus princípios são dirigidos à totalidade da existência e não somente aos momentos vividos em uma sala de chá. E é uma disciplina a ser treinada durante toda uma vida. São necessários pelo menos 10 anos para o domínio de todas as nuanças relativas à cerimônia.
Texto baseado no livro “Vivência e Sabedoria do Chá”, de autoria de Soshitsu Sen XV, São Paulo, T.A. Queiroz Editor, 1981.



A prática de tomar chá verde em pó aportou no Japão com os monges zen-budistas que chegavam da China, no século XII. Com o tempo, seu uso difundiu se entre os samurais, chegando até às comunidades rurais. Tornaram-se comuns os “Cha-yoriai” (reuniões de chá), em que se promoviam concursos de provadores de chá com ostensivas exibições de riquezas e apostas vultosas. Foi somente no final do século XV que o monge zen-budista Murata Shuko (1422/1502) passou a incentivar a prática da cerimônia de chá em salas pequenas, com pouco utensílios, muitos de procedência doméstica. E coube a outro monge, Sen Rikyu (1522/1591), dar a estrutura definitiva para a cerimônia do chá, no final do século XVI (período Momoyama, o mais faustoso da história japonesa). Ligado à filosofia zen, Rikyu prega o espírito wabi (desprendimento, simplicidade, eliminação do supérfluo) para a cerimônia de chá que, ao longo dos anos, também se tornará a essência da arte japonesa. Segundo Rikyu, os princípios básicos do Caminho do Chá são: Harmonia (Wa), Respeito (Kei), Pureza (Sei) e Tranquilidade (Jaku). Cabe ao “Chajin” (homem de chá) criar um ambiente, através do rígido ritual e total participação, onde esses princípios sejam sentidos e vividos intensamente por todos, por um momento único e irrepetível.
Os princípios
A Harmonia resulta da interação do anfitrião, do convidado, da comida servida, dos utensílios usados e da natureza. Antes do chá, será oferecido doce ou uma leve refeição ao convidado cujos pratos estarão de acordo com a estação do ano. O segundo princípio, o Respeito, refere-se à sinceridade do coração, aberto para um relacionamento com o ser humano e a natureza, reconhecendo a dignidade inata de cada um. A Pureza, segundo os ensinamentos de Rikyu, relaciona-se ao simples ato de limpar. Os preparativos, o próprio serviço do chá e a limpeza após a cerimônia estão colocando em ordem, também, o seu próprio íntimo. E, esta ordem é essencial. Finalmente, a Tranquilidade é o conceito estético próprio do chá, alcançado através da prática constante em nosso cotidiano desses três primeiros princípios básicos. Segundo Rikyu, o ponto essencial do Caminho do Chá é que seus princípios são dirigidos à totalidade da existência e não somente aos momentos vividos em uma sala de chá. E é uma disciplina a ser treinada durante toda uma vida. São necessários pelo menos 10 anos para o domínio de todas as nuanças relativas à cerimônia.
Texto baseado no livro “Vivência e Sabedoria do Chá”, de autoria de Soshitsu Sen XV, São Paulo, T.A. Queiroz Editor, 1981.
domingo, 6 de novembro de 2011
Barbearia
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
IGREJAS DE OURO PRETO-MINAS GERAIS -BRASIL
AQUI UM GRANDE TRABALHO DO MINIATURISTA RENATO LEITE,
ELE DESENVOLVE TRABALHOS COMO ESTAS IGREJAS DA CIDADE DE OURO PRETO,AQUI ESTÃO DUAS DELAS NOSSA SENHORA DO CARMO E A DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS CRIADAS NA ESCALA 1:200
ELE REDESENHOU AS PLANTAS DE AMBAS SOBRE AS PLANTAS ORIGINAIS,UM TRABALHO COMO ESTE LEVA EM MEDIA 6 MESES PARA FICAR PRONTO ,NESTES TRABALHOS ELE COLOCA FIGURAS COMO OS ESCRAVOS,FIDALGOS,SENHORINHAS,TILBURIS E MUITOS OUTROS ELEMENTOS,ELE REDESENHA NOSSA HISTORIA EM MINIATURA
PARABÉNS RENATO PELO MARAVILHOSO TRABALHO!!




ELE DESENVOLVE TRABALHOS COMO ESTAS IGREJAS DA CIDADE DE OURO PRETO,AQUI ESTÃO DUAS DELAS NOSSA SENHORA DO CARMO E A DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS CRIADAS NA ESCALA 1:200
ELE REDESENHOU AS PLANTAS DE AMBAS SOBRE AS PLANTAS ORIGINAIS,UM TRABALHO COMO ESTE LEVA EM MEDIA 6 MESES PARA FICAR PRONTO ,NESTES TRABALHOS ELE COLOCA FIGURAS COMO OS ESCRAVOS,FIDALGOS,SENHORINHAS,TILBURIS E MUITOS OUTROS ELEMENTOS,ELE REDESENHA NOSSA HISTORIA EM MINIATURA
PARABÉNS RENATO PELO MARAVILHOSO TRABALHO!!





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